quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Mário Quintana

"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”




Mário Quintana

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Diálogos





Ela: Quanto você me ama? 
Ele: Eu te amo muito. 
Ela: Se você realmente me ama, grita para o mundo inteiro. 
Ele: Eu te amo muito muito. 
Ela: Por que você acabou de sussurrar isso no meu ouvido? 
Ele: Você é o meu mundo inteiro.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Reencontro

Eu já estava dormindo quando o telefone toca, então pensei quem era , quem estava ligando essa hora. Só pessoas conhecidas tinham meu número, nunca fui de distribuí-lo para ninguém. Quando atendi, vi que era realmente uma pessoa conhecida, aliais era mais que isso .. era meu amigo, meu único e verdadeiro amor, que sempre fez parte de minha vida. Ao atender o telefone suas primeiras palavras foram: TO TÃO SOZINHO, NÃO TENHO NINGUÉM PARA CONVERSAR. Fiquei surpresa ao ser ele, então conversamos muito, ele me contou da sua vida, do seu trabalho, do antigo relacionamento, do atual apartamento comprado novinho em folha, da sua mãe, da morte de seu cachorro e por fim falou de nós dois também. Começou a relembrar o tempo em éramos apenas um só, e isso mexeu comigo. Comecei a sentir saudades dele, e ele deixava bem claro na conversa ao telefone que ele também sentia minha falta, e isso doía. Comecei a sentir falta da sua risada ridícula, do seu perfume doce, do seu jeito de me olhar, de quando ele contava piadas bobas só porque sabia que eu iria rir dele, senti falta também do cheirinho no olho que ele me dava depois de uma briga, da sensação de paz, de se sentir completa quando estava junto com ele. Então marcamos de nos encontrar, de colocar a vida em dia, e de perceber que mesmo separados sempre fomos ligados um ao outro. Pois, poderíamos passar meses sem termos contato, mais o que existia entre agente era eterno, era nosso, e nunca ia mudar o carinho, ele poderia morar aqui na minha rua ou morar lá na China. Mas o que tínhamos era para sempre. A distancia não acabava, nem o tempo. Ele era o meu amor e sempre voltava para mim com a mesma risada ridícula de sempre, e com ele meu coração ficava em paz, fica tranqüilo, calmo. Desliguei o telefone, fui dormir sorrindo, concerteza amanha seria um dia tranqüilo, meu coração até que enfim estava tranqüilo. Ele acabava de voltar para mim, voltar para onde ele não conseguia deixar nunca : Os meus braços, o meu amor, a minha vida.
Autória própria

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Olha Amor

Eu só queria o seu amor.
Eu só queria o seu perdão.
Eu só queria ficar perto, do teu coração
Olha amor!
Eu já sofri demais, eu não quero e nem posso voltar atrás.
Foi paixão que tão forte chegou, e não deu para te arrancar do meu coração
Eu só queria ser feliz.
Eu só queria ter você.
Eu só queria te amar, e não ter que te esconder
Eu queria poder gritar.
Para o mundo inteiro ouvir.
O quanto eu te amo.
E como é bom ter você perto de mim.

Autória própria

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

PROXIMO AMOR

Divergências ocorrem ao pronunciar esta singela palavra, muitas vezes proferidas de forma evasiva e por pessoas erradas, que não idealizam seu verdadeiro significado. Num momento em minha vida, acreditei mais no real amor, tantas vezes escutei um eu te amo e um pouco mais a frente observei tamanha injustiça, elas não foram ditas com o coração, sabemos que para amar, necessitamos de uma série de fatores, que em conjunto podem favorecer verdadeiramente este elo de ligação entre as pessoas. A cada dia busco aprender mais, às vezes nos decepcionamos, pensamos que não valeu a pena, porém amar faz parte, lógico que sempre esperamos uma recíproca a altura, quando este não vem , logo aparece as contradições e dessa maneira devemos erguer a cabeça e seguir adiante, favorecendo em seu intimo que valeu a pena demonstrar tamanho sentimento verdadeiro. A experiência é um doa fatores relevantes, nessa busca insensata, aprendo muito com meus erros, entro com tudo para superar tamanha desconfiança e ir além do que eu possa imaginar, tentando contemplar a pessoa amada, completando sua vida e não se apoderando,mostrando um propósito único. Sinto falta de um grande beijo, daquela acelerada ao ver a pessoa amada, dos carinhos mais sinceros do mundo e de momentos sublimes jamais esquecidos, olhando hoje, tento não limitar-se, vou procurando adequar-se a realidade e mostrando minhas qualidades e também descobrindo meus defeitos, almejando uma pessoa que mereça um amor sincero, deixando assim a saudade até o próximo amor...

Marcos Paulo

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tenta vai

Olha para mim, me diz que tudo isso que agente tá construindo vale a pena. Que nenhum de nóis dois vai ter medo de se entregar a essa paixão. Que o frio que eu sinto na barriga não é em vão, e nem ilusão. Olha, me olha e confirma com um olhar apaixonado, grita para meu mundo que você está apaixonado. Vamos deixar o medo de se entregar de lado, vamos tentar, vamos arriscar, vamos simplesmente nos amar. Olha, eu sei que amar hoje em dia tá dificil, e eu sei que você sabe que se apaixonar tá dificil, mas vamos tentar. Não custa nada tentar, se agente quebrar a cara a vida faz o favor de consertar, mas vamos pelo menos tentar. Todos os meus ex's namorados me machucaram, mas algo me diz que você não vai me machucar, meu coração me diz que você vai me amar, que você vai me aturar, eu sei que você também quer, só ta com medo de se entregar. Talvez seja o medo de sofrer ou de me perder, mas vou te dizer uma coisa : VOCÊ NÃO VAI ME PERDER! Eu quero você, eu quero sentir aquela velha sensação de novo, de quando você chegar meu coração começar a acelerar. Tenta vai, vamos entrar juntos nessa paixão. Você vai ver, que nada vai ser em vão, e se tratando do coração... tudo vale, menos decepção!

Autoria própria

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Saudadezinha

 Ainda que eu esteja numa fase bacana e sem nós no peito (o que por um lado é ruim pois a paz sempre me dá alguns quilinhos a mais e alguns textos a menos), resolvi embarcar num momento nostalgia.Não sei se foi o clima de Natal ou de Ano Novo. Não sei se é porque agora, nesse exato momento, estou ouvindo “I know it’s over”, do Smiths, e tomando uma taça de vinho. Só sei que a noite está pedindo e resolvi fazer uma sessão nostalgia.
Acho normal. Acho perfeitamente normal lembrar com carinho que você sempre dava um jeito de me mandar mensagens em datas festivas. Estivesse você casado ou namorando ou ilhado num templo budista, dava um jeito. Era como se dissesse, sem dizer “eu sei que já faz tempo, mas ainda amo você”.
Também me faz bem lembrar que você nunca, nunca, nunca se alterava. Trouxesse o garçom o pedido errado pela terceira vez ou fizesse um playboy qualquer uma tremenda barbeiragem em cima do seu carro. Você nunca estragava nossas noites. Eram tão raros os nossos momentos, você dizia, que eram para ser sempre bons. E de fato sempre eram.
Eu tenho saudade de mil coisas e todas essas mil coisas sempre caem na mesma única coisa de que eu tenho tanta saudade: sua leveza. Você me dizia que jamais iria me cobrar leveza, pois me amava intensa. E me pedia que fizesse exatamente o mesmo, ainda que ao contrário, por você. E eu não obedecia nunca, afinal, pessoas intensas não obedecem.
E assim nós seguimos, por alguns bons anos entrecortados, sendo tão parecidos ainda que tão atraídos mutuamente pelos nossos opostos. A gente era parecido principalmente porque topava as coisas mais malucas como, por exemplo, brincar que tinha acabado de se conhecer numa festa, ainda que tivesse ido junto para a festa. E por horas ficávamos nessa bobeira e nenhum dos dois ria. Até que alguém pedia, cansado, “já pode voltar ao normal? É que está me dando vontade de transar e eu não transo com desconhecidos”.
Eu tenho saudades de tudo. Da gente acordar sua vizinha de tanto rir de coisas bestas, do seu carro sempre bagunçado, da paciência que você tinha com meus quase quinze anos a menos, da mania que você tinha de arrumar minhas roupas em cima da cama enquanto eu tomava banho e de quando você apertava os ossinhos das minhas costas no escuro e falava, baixinho: “ai, como essa menina gosta de fazer drama!”.
Não é um sentimento egoísta e muito menos possessivo. É apenas uma saudadezinha. Gostosa, tranqüila, bonita, saudável, de longe. E, quem diria: leve.

Tati Bernardi